Cristiano Machado

O blog do Cris. =D

Vesgo tenta tramar com João Gordo se dá mal

Publicado por Cris em Abril 29, 2009

O humorista Rodrigo Scarpa (o Vesgo do Pânico) tentou tramar uma brincadeira com o João Gordo via mensagem direta no Twitter. Gordo teria gripe suína, o pessoal do Pânico ia atrás dele e ele ia ficar puto (risada do Pateta de fundo).

Só que, quanta ingenuidade, o perfil do gordo é fake e o proprietário publicou a mensagem direta!

Aqui tem um print da conversa entre os dois.

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AHAHAHAH *ainda tô rolando no chão de rir*

Depois, Rodrigo tentou se defender, dizendo que não foi ele quem escreveu as mensagens; fizeram no photoshop.

Caralho, meu. Que idade esse Rodrigo tem? 14? Podiam pagar o salário dele pra mim, pra ter idéias melhores que as dele.

É muito fácil arrumar emprego no Brasil (na Rede TV).

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Facebook Off

Publicado por Cris em Maio 8, 2008

Trabalho realizado por Cristiano Machado, Melissa Webster e Tiago Sartor.

Nas lâminas da apresentação evidenciamos conceitos de autores como Walter Benjamin, Massimo Canevacci, Suzana Kilpp, Derrida e outros.

Assista o vídeo, leia o trabalho.

Estudo Explanatório Audiovisual

1. Descrição do audiovisual

Os primeiros 10 segundos do vídeo Facebook Off nos dão uma breve introdução da história através de uma voz off, enquanto os créditos iniciais mostram o diretor do verdadeiro filme (Face Off – A Outra Face) e o criador do site de relacionamentos Facebook, dando, então, significado à paródia produzida logo no começo. Em seguida, aparece o dono da voz, John Stavis, da mesma forma como o ator original, John Travolta, aparece e continua contando a sua história até o momento em que uma imagem estática entra no mesmo instante em que ele fala de sua inimizade com outra pessoa da faculdade.

A imagem mostra uma fotografia que faz parte do perfil de Caspar Davidson, seu rival, no Facebook, na qual o rapaz está sendo abraçado pela sua namorada, motivo pelo qual eles não possuem um relacionamento amigável, pois John sente ciúmes dele. Em um certo ponto, há uma troca de personagem na foto. John assume a posição do namorado, ao mesmo tempo em que é anunciado que ele possui um plano para destruir o relacionamento dos dois e roubar a namorada para si. É aí, então, que ele revela seu plano: tornar-se Caspar. Essa frase é dita exatamente da mesma forma como é dita no trailer original do filme (“I’ll become him” – Eu me tornarei ele) a fim de seguir a mesma linha de raciocínio em ambos audiovisuais. Entretanto, a imagem que aparece em seguida é a tela do Facebook e o personagem principal colocando o usuário e senha do seu rival.

Com a popularização dos sites de relacionamento, como MySpace, Facebook, Orkut, etc., as pessoas passaram a colocar detalhes de sua vida pessoal nos seus respectivos perfis. Fotos, orientação sexual, política e religiosa, hobbies, gostos musicais e cinematográficos, entre outros. Em outras palavras, seria como se a pessoa se transportasse para dentro daquele ambiente digital, que só pode ser acessado através de um usuário e uma senha exclusivos, e criasse um segundo nível de relação com as pessoas que ele já conhece ou pode vir a conhecer. Dentro deste lugar, a pessoa pode ser quem ela quiser e, caso consiga acesso aos dados de outro usuário, poderá conectar-se como aquela pessoa e fazer o que bem entender, desde denegrir a imagem do outro, até forjar uma morte falsa.

Na seqüência, as próximas cenas mostram os primeiros resultados do plano de John, intercalados por detalhes do que ele fez contra Caspar. As pessoas, inclusive sua namorada, começam a estranhar as atitudes que, supostamente, haviam sido tomadas por ele. Tudo parecia estar dando certo, até que, em um determinado momento, Caspar vê John caminhando ao lado de sua namorada e percebe o que está acontecendo, dando início à uma guerra entre os dois através do Facebook.

Após diversas cenas de ataques entre os dois, a namorada de Caspar tenta convencê-lo de que há uma visível diferença entre ele e o Facebook, que os dois não são a mesma pessoa e que tudo o que está acontecendo não tem nenhuma importância. É então que aparece o nome do suposto filme, Facebook Off, seguido de uma imitação da última cena do trailer original em que ambos sacam as armas e apontam um para o outro com a intenção de dar um fim a tudo aquilo.

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E as formigas da Philco?

Publicado por Cris em Abril 19, 2007

A propaganda resume-se a mostrar a potência do aparelho de um jeito bem engraçado.

Clássico! A propaganda teve outras duas versões! Ambas posteriores a essa!

Esta propaganda foi premiada no Festival de Cannes de ‘96 e tem outra versão..que não é lá muito diferente…a chamada é 15 segundos mais curta e as formigas estão de capacete.

 Bah, que nostalgia!

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“Noveeenta e quatro quilos! Você usou MAGRINS, certo?!”

Publicado por Cris em Abril 19, 2007

Magrins

A grande sacada aqui é repetir em alto e bom tom o que a beneficiada com o produto fala! Simples! Criatividade não é o forte aqui. Se é eficiente eu não sei.

A propaganda me incomoda..parece aquelas conversas chatas que todo mundo tem quando não tá a fim de papear com ninguém e fica só nos “aham!”, “bah né!”. Mas aqui a situação é terrível! O “apresentador” parece água e a “entrevistada” azeite, não rola nenhuma química entre os dois.

 

Se o produto funciona? Bom, fiquei sabendo que a minha vizinha perdeu quiiinze quilos! Em trêêêês meses!

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Tom Hanks+Volks=Forest Gump de Golf

Publicado por Cris em Abril 19, 2007

Propaganda muito bem bolada do Novo Golf, com o Tom Hanks!

Mostra ele no papel do nosso querido Forest Gump, sentado no banco da praça, contando sua célebre história de quando atravessou os Estados Unidos..de Golf(!).

Eu, particularmente, achei genial a idéia de resgatarem essa parte do filme!

Bah, excelente propaganda, faz um bocado de gente querer ter um Golf, hehehe!

ASSISTAM O FILME!!

obs.: no filme, Forest atravessa os E.U.A. a pé.

 

RUN, FOREST, RUN!!

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Jack “Coke” White

Publicado por Cris em Abril 19, 2007

Campanha da Coca Cola veiculada apenas na Austrália e no Reino Unido. O jingle foi composto por Jack White (White Stripes) e a propaganda utiliza um recurso de fotografia muito interessante.

Jack White é O cara!

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“Grand Theft Ad”

Publicado por Cris em Abril 18, 2007

Na onda de jogos (violentos) como GTA, a Coca-Cola fez essa propaganda. Começa como se fosse o próprio Grand Theft Auto, mas ao invés de bater nas pessoas e roubar carros, o “galã” do jogo realiza boas ações. Quando ví, jurei que tratava-se de propaganda de algum jogo de vídeo-game..coisa que ão é vista no Brasil há muito tempo! Desde o finado Nintendo 64.

É…muuuuuuuuito tempo!

Genial!

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Plástico Bolha

Publicado por Cris em Abril 18, 2007

Alguns blogs noticiam, outros são mais descontraídos e alguns servem só para o autor relatar as mazelas da vida.

Ainda bem que existem os que tem como único propósito (pra quem os lê) fazer rir.

O Plástico Bolha é mestre nisso! Seu autor atende por “Big Earl. Com tópicos recheados de humor, é um dos raros casos que dão certo e que o usuário pode perder bastante tempo entre os posts. Com textos rápidos e alguns links, temos uma leitura agradável. À esquerda temos links para outros blogs e contamos ainda com uma ferramente de busca do Google.

Boa organização de posts, por tópicos e blogs relacionados.

Porém:

Hibridismo: baixo, o blog não possui links para vídeos e nem animações.

Não-linearidade: média, os textos dos posts não costumam ser muito grandes, e alguns contém links nas palavras, podendo o usuário ir para outros locais.

Interatividade: baixa, o usuário apenas pode comentar os posts e escolher as categorias a serem exibidas.

Navegabilidade: média, o blog contém links de outros blogs, links complementares.

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Análise do portal MSN

Publicado por Cris em Abril 18, 2007

 MSN

 O que faz um produto que é parecidíssimo com outros ter sucesso é sua funcionalidade, praticidade, facilidade. Com portais funciona do mesmo jeito. Temos portais parecidos à primeira vista, mas basta dar uma pequena olhada com mais atenção que podemos ver grandes diferenças que culminam na escolha entre esse ou aquele produto.

Costumamos lançar o primeiro olhar crítico na interface, sem ligar muito para todos os outros serviços e facilidades que um portal pode nos oferecer. Geralmente a percepção de ítens como navegabilidade, não-linearidade e interatividade, é feita automaticamente..sem que paremos para refletir sobre esses pontos. É exatamente isso que me proponho a fazer com o portal da Microsoft: o MSN.

Em um primeiro golpe de vista temos uma página bem agradável de se ver. A cor padrão é relaxante para os olhos e, apesar de parecer um pouco bagunçada, temos uma capa bem organizada e repleta de links para as notícias (onde a manchete já é um link para a mesma completa) e, também, uma área onde passam slides com algumas notícias.

Logo de cara o portal não tem uma união muito forte entre as hipermídias. Encontramos um hibridismo maior nos diretórios de vídeo e entretenimento.

Outra coisa que conta bastante é a interação que o usuário tem com o portal. No caso do MSN, entre outras coisas, podemos alterar a cor padrão da página (comodidade que pode ser vista em outros portais também), adicionar ou diminuir conteúdo e alterar o idioma. Podemos tornar a navegação mais objetiva ao irmos ao diretório (MSN Directory) e ver os conteúdos organizados por ordem alfabética. Temos ainda serviços de horóscopo, e-mai, previsão do tempo e shows.

Enfim, é um portal limpo, bem organizado e exibe seus serviços com clareza e é um concorrente à altura do Yahoo! e AOL.

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Por que compramos tanto?

Publicado por Cris em Abril 6, 2007

Esta semana me foi perguntado a seguinte questão: por que compramos tanto? Por quê?! Por que entramos numa loja sem ao menos saber o que vamos comprar? Por que vamos ao mercado e compramos mais coisas além daquelas que já estão na lista? Sinceramente, nunca parei pra pensar sobre tudo isso. Entretanto, já tive a vontade de comprar algo apenas para suprir uma necessidade não tão importante. Então eu pergunto: por que compramos tanto?

A resposta varia de pessoa pra pessoa. Há aquelas que compram pelo prazer de adquirir um produto novo. Há também aquelas que compram porque têm necessidades e precisam satisfazê-las. E não podemos esquecer dos consumidores depressivos, aqueles que vão às compras quando estão tristes. Porém, todos eles têm um processo de escolha em comum: o design.

As opções de produtos que temos no mercado se diferem em tecnologia e visual. Um produto com um design bem feito é melhor visto numa vitrine, por exemplo. Devido à variedade de opções que temos, comprar se tornou uma tarefa complicada, mesmo tendo critérios de escolha bem definidos. Contudo, estamos comprando cada vez mais.

Com o avanço da tecnologia, produtos melhores estão sendo feitos, quase que obrigando o usuário a comprar uma nova versão do produto que já possui. Algumas vezes, essa melhoria implica apenas no interior do produto, alterando seu desempenho. Outras vezes, a mudança já passa pra parte visual, tendo seu design reestruturado devido a algum problema encontrado pela empresa; geralmente o baixo número de vendas.

Então, é possível dizer que compramos tanto porque sempre há novos produtos surgindo. Essa necessidade de colocar mais opções no mercado vem do próprio consumidor, ou seja, nós. Somos nós quem ditamos a qualidade do produto e se ele será bem aceito ou não. Quando não é adotado, um novo produto surge para ocupar o lugar do antigo. É como um círculo vicioso. A exigência do consumidor é tão grande que o mercado deve seguir suas escolhas.

O design é, portanto, um fator decisivo que nos leva a comprar um produto. E quem faz um designer trabalhar em cima disso somos nós, os consumidores.

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